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sexta-feira, 17 de março de 2023

Policiais militares suspeitos de integrar milícia em Nilópolis tornam-se foragidos


Dois policiais militares estão foragidos, acusados de integrar uma milícia que atua em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

A operação Exactor, realizada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (15), tinha como objetivo cumprir nove mandados de prisão contra o grupo paramilitar. Nenhum suspeito foi localizado.

A organização criminosa é acusada de extorsões, através de ameaças, cobrando pagamentos semanais a comerciantes da região.

As investigações ainda apontaram que a quadrilha, como forma de fortalecer o braço financeiro, indicava serviços de um agiota, também integrante do grupo criminoso. Com isso, muitas vítimas que não conseguiam pagar acumulavam as dívidas junto aos próprios bandidos.

Via BandNews

quarta-feira, 15 de março de 2023

Polícia realiza operação contra milícia em Nilópolis


Nesta quarta-feira (15), a Polícia Civil realiza a operação 'Exactor' contra um grupo paramilitar que atua na cidade de Nilópolis, na Baixada Fluminense. A ação tem como objetivo cumprir nove mandados de prisão e 13 de busca e apreensão.

Após três meses de investigação da Delegacia de Nilópolis (57ª DP), os agentes identificaram integrantes da organização criminosa acusada da praticar extorsões por meio de ameaças, cobrando quantias semanais a comerciantes da região.

As investigações revelam que a quadrilha, como forma de fortalecer o braço financeiro, indicava serviços de um agiota - também acusado de integrar o grupo criminoso - para aqueles que não conseguiam pagar e acumulavam a dívida. O contratado supostamente quitava o débito e se tornava o novo credor, cobrando juros absurdamente altos.

De acordo com a policiais, com a nova dívida contraída, ficava cada vez mais difícil de a vítima quitar os valores cobrados e, a partir daí, a quadrilha passava a se apropriar de bens dos comerciantes até os recursos financeiros das vítimas acabar.

Foto Reginaldo Pimenta/Agência O Dia

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Vereador de Nilópolis é condenado pela justiça a cinco anos de prisão por integrar milícia


O juiz Marcello Rubioli, da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa - que julga casos de organizações criminosas, milícias e lavagem de dinheiro - condenou a cinco anos de prisão o vereador Maurinho do Paiol (PSD), de Nilópolis, na Baixada Fluminense.

Ele e outras 14 pessoas são acusados de integrar uma milícia que atua naquele município. A Justiça acatou o pedido do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), feito por meio da 2ª Promotoria de Justiça Criminal.

Maurinho do Paiol foi preso em março do ano passado, acusado de chefiar o braço de uma milícia.

Além da condenação a cinco anos de prisão, o réu foi afastado do cargo. Maurinho, que era vice-presidente da Câmara de Vereadores de Nilópolis, foi preso em março de 2022 na Operação Hoste, da Polícia Federal.

A denúncia destaca que Maurinho do Paiol liderava um grupo que praticava diversas ações criminosas contra moradores, como a exploração de serviços de "gatonet", a venda ilegal de gás, o comércio ilícito de cigarros e o exercício de controle sobre pontos de mototáxi, com a cobrança de taxas aos mototaxistas.

Faziam parte do grupo, que se utilizava de armas de fogo para intimidar os moradores, os policiais militares Wellington do Nascimento Mello, Jefferson Candido da Silva e Gerson Albino Macedo, que também foram condenados à perda do cargo.

Mesmo na cadeia, em agosto de 2022, o vereador continuava recebendo o salário e ocupando espaço na mesa diretora da Câmara de Vereadores.

Segundo a polícia, o grupo paramilitar de Maurinho do Paiol integra o bando que já foi de Wellington da Silva Braga, o Ecko, morto em 2021, hoje nas mãos de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, irmão de Ecko.

Via G1
Foto Reprodução/TV Globo

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Ex-policial acusado de integrar a milícia é preso planejando expandir território em Nilópolis


A equipe da 57ª DP (Nilópolis) prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (09/06), um ex-policial suspeito de integrar um grupo de milicianos que tentava se instalar no município. Com ele, os agentes apreenderam um veículo clonado, uma pistola calibre com três carregadores, um colete balístico e uma capa de colete.

De acordo com os policiais, o autor foi preso, em 2008, com um carro roubado, pistolas e um fuzil. Em 2020, quando estava no presídio, comandou um grupo de quatro homens que pertenciam a quadrilha de Wellington da Silva Braga, o "Ecko", que também foram presos.

Ainda segundo os agentes, o autor estava sendo monitorado desde que saiu da prisão, que ocorreu em consequência de um benefício da Justiça. Durante as diligências, os policiais suspeitaram que ele estava portando arma de fogo e andava em um veículo clonado. A equipe monitorou e abordou o acusado em um carro. O automóvel foi apreendido e a pericia constatou que a numeração do chassi estava adulterada e que o mesmo havia sido roubado em Niterói, em setembro de 2020.

O acusado já possui anotações criminais por roubo de veículo, homicídio, extorsão e receptação. Ele vai responder pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, receptação, uso de documento falso e adulteração